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domingo, 20 de setembro de 2015

LEI OU GRAÇA: SEGUNDA PARTE

LEI OU GRAÇA: SEGUNDA PARTE
Criaram-se uma discussão vazia ao longo dos séculos. O inimigo número um de Deus lançou a semente da discórdia sobre algo que o Senhor estabeleceu desde o começo. É perigoso adotarmos um discurso contrário à vontade de Deus. Defender o fim da Lei de Deus é estar jogando no mesmo time do Diabo. É possível ser crente, cristão e jogar no mesmo time do Diabo. Isso é perfeitamente possível porque ele mesmo crê, mas não obedece. Ele não é submisso a Deus.
Stricto sensus falando, não é o fim da Lei de Deus que se advogam, mas a mudança do Quarto Mandamento da Lei de Deus. Então se criaram a dicotomia lei-graça. Isso é lamentável; mas a realidade.
A Lei e a Graça estão sendo enfatizadas de forma errada. Colocá-las num ring e ficar na torcida por uma ou outra; é estratégia maquiavélica. O único que sai ganhando com essa discussão é o Diabo. É ele que jogou no ring a Lei de Deus e a Graça de Deus. Como pode haver oposição de ideias vinda da mesma pessoa, aliás, de Deus? Ponha uma coisa em sua cabeça, caro leitor, Deus não se contradiz.
Não seria muita incongruência de pessoas cristãs defenderem o fim da lei e ao mesmo tempo pregar que se deve obedecer a Deus? É por uma razão simples que a vasta maioria dos cristãos vive nessa incongruência. Eles usam inúmeros argumentos, e todos fracos e inconsistentes, só para se livrarem do Quarto Mandamento da Lei Áurea de Deus, isto é, dos Dez Mandamentos de Deus. É impossível tirar o Quarto Mandamento da Lei de Deus, pois o próprio Tiago diz que aquele que tropeçar em um, é culpado de todos. Das duas uma, ou se aceita toda Lei, ou se rejeita toda Lei. Não existe possibilidade do meio termo.
É nesse ponto que os Católicos são mais sinceros e coerentes, mesmo estão errados. Eles são categóricos em dizer que a Igreja tem autoridade e fez a mudança do dia de repouso. Os protestantes dizem que usam a Bíblia como única autoridade eclesiástica; já os católicos têm duas fontes de autoridades religiosas: a Bíblia e a Tradição. Quando os protestantes tentam tirar a validade do Quarto Mandamento, eles estão sendo católicos, pois estão defendendo a mesma ideia de autoridade religiosa da Bíblia e da Tradição. Os católicos têm o primeiro dia da semana (o Domingo) para descansar, já os protestantes, evangélicos, pentecostais, e etc, também pregam e descansam no primeiro dia da semana (o Domingo), ou qualquer dia. Todos condenam o descanso no sétimo dia (Sábado), mesmo sendo tão claro em toda Bíblia. Todos eles acusam os pouquíssimos cristãos que guardam o dia sétimo de judaizantes. Aqueles cristãos (mesmo sendo minoria) que guardam o sábado (sétimo dia da semana) estão sendo lógicos, congruentes, e obedientes a Deus; pois é assim que o texto bíblico diz de Gênesis a Apocalipse.
Caro leitor, você sabe por que o Diabo mirou o Quarto Mandamento e incitou a maioria dos cristãos a se rebelar contra ele? Você sabe por que Satanás ama quando um crente detona com o Sábado (Quarto Mandamento)? Você sabe por que o mundo odeia esse mandamento e não faz nenhum esforço para obedecê-lo? E você sabe por que sempre houve pessoas, minoria bem verdade, mas sempre houve pessoas pregando a obediência a esse mandamento? E você sabe por que no clímax do fim do mundo, o Quarto Mandamento será o ponto de discussão entre o bem e mal nos quatro cantos do mundo? As palavras do teólogo Abel R. Molina vai responder todas essas perguntas. Veja:
Guardo o sábado porque ele me faz lembrar que sou filho do Deus criador e não de um deus falso ou pagão que não tem poder de criar nada. Sem dúvida, o mandamento do sábado é o mais importante da Lei de Deus (Lei Áurea, Dez Mandamentos). Se um adorador de ídolos ler os nove mandamentos restantes, sem que tenha conhecimento do mandamento do sábado, ele chegará à conclusão que seu deus, o ídolo que ele adora, exige dele todos os requisitos que estão nos nove mandamentos restantes, pois sem o mandamento do sábado a Lei de Deus fica sem identificação do deus que a promulgou. É no quarto mandamento do Decálogo que está autenticado quem é o autor ou o legislador dessa Lei. É Ele o mesmo Deus descrito nos capítulos um, dois de Gênesis. É o que criou o homem, os animais, a vegetação, o sol, a lua, as estrelas. É o que abençoou e santificou o sétimo dia da semana. É o Todo Poderoso, aquele que instituiu o sábado dia da semana servindo de memorial da bela Criação. Se todos observassem o quarto mandamento que ordena santificar o sábado, não haveria nenhum ateu, evolucionista ou incrédulo” (p. 45)

Esse mandamento número quatro é uma demonstração de que Deus nos ama e nos alcança com sua infinita Graça. Separar lei e graça é o pior desserviço que um crente pode prestar a Deus, e muitos, no afã de se livrar do Quarto Mandamento, andam pregando o fim da Lei de Deus. Muito cuidado com isso! A Graça de Deus sempre existiu, a Lei também. Pelo menos esse ponto deve ficar claro para você, caro leitor; entre a lei e a graça há uma função distinta e complementar. A graça serve para salvar o homem, e a lei serve para proteger o mesmo homem nos caminhos do Senhor. Caminhos este do Deus Criador de todas as coisas e não de um deus pagão. “Bem-aventurados os... que andam na Lei do Senhor” Salmo 119:1.

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