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domingo, 24 de maio de 2015

A CULTURA DA INJUSTIÇA: ESSE MUNDO NÃO ME ATRAI MAIS.


A CULTURA DA INJUSTIÇA: ESSE MUNDO NÃO ME ATRAI MAIS.


O químico e professor da Unicamp, Universidade de Campinas/SP, Marcos Eberlin disse uma frase em um encontro criacionista que considero atômico: FALTA-ME FÉ PARA SER ATEU, MAS SOBRAM-ME RAZÕES PARA SER CRISTÃO. Seguindo a mesma linha de pensamento eu diria que há mais razões para eu acreditar nas promessas de Jesus que evidências de paz, segurança e alegria nas sociedades em que estamos inseridos. Pode-se até parafraseá-lo: ‘falta-me fé para acreditar nas promessas humanas, mas sobram-me razões para crer na volta de Jesus’. Indivíduos tomados por paixões materialistas detonaram as instituições que temos. Esse mundo não me atrai mais; e você? Ainda continua iludido com os discursos vazios?
As instituições já faliram há muito tempo. A família, a igreja, a sociedade, a polícia, a política, a justiça, a mídia... para citar as principais; elas não conseguem mais cumprir com os seus papeis. Essas instituições estão por aí apenas para cumprir uma formalidade e espalhar, despertar ou criar a revolta, o sentimento de impotência dos cidadãos. A injustiça impera! A moral foi embora; mas, já estamos no fim. A Bíblia é categórica: “ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios” (1 Tm 4:1). Se pessoas que antes andavam na luz; abandonaram-na, o que dizer daquelas que nunca quiseram saber do cominho da justiça?
As instituições família e igreja estão falidas porque uma deixou de entrar na outra. Há pais que preferem ver seus filhos ir à balada que ir à igreja. Outros pais até querem que seus filhos vão à igreja, mas não os acompanham. Em conseqüência disso as famílias estão quebradas. A Igreja é uma instituição que trabalha a moral, a paz, a tolerância, o respeito, a obediência a Deus. Quem sofre com isso são os filhos e, posteriormente a terceira instituição – a sociedade. Sem referência, os filhos crescem com potencial para o caminho da perversidade; e eles serão operadores das instituições; ou baderneiros da ordem pública.
As instituições Polícia, Política e Justiça deveriam tomar providências frente ao caos. Não é isso que vemos. Os próprios operadores dessas instituições estão com os carácteres podres, corroídos pela cobiça do dinheiro. É o policial que aceita propina, que associa com o bandido. Dão a desculpa do salário miserável que recebem; nada justifica! Se fosse só o policial; daria-se um jeito. O problema é que os que fazem as leis e executam-nas estão no mesmo barco. Os políticos são conhecidos pela falta da honestidade e pelas promessas vazias. Juízes e políticos oprimem e tomam o injusto por justo. Atuam com parcialidade. Não só os políticos, mas juízes estão roubando, vendendo-se, leiloando, oprimindo. Não existe uma sociedade modelo!
Não sei nem se posso chamar a mídia de instituição. Só sei que ela é o quarto poder. Em nosso país, o Poder Judiciário, o Poder Legislativo e o Poder Executivo fazem parte do jogo democrático; e em seguida vem a mídia. Não há nada de novo! É apenas mais um instrumento para a opressão. É apenas mais uma ferramenta para manter o povo na escravidão. Ela serve somente aos senhores. A mídia tem o poder de formar a opinião pública que, em tempos midiáticos como esse nosso, é poderoso. Por que isso é assim? Porque os donos das mídias são os mesmos operadores das instituições dos três poderes. Como esses operadores estão “obedecendo a espíritos enganadores e a ensinos de demônios”; a opressão aos pobres e o desrespeito a lei do amor requerida por Deus, continuarão. O único espaço democrático que existe, em se tratando de mídia; é aqui – a INTERNET. É a única válvula de escape! Deus não nos deixa sem saída.
Esse mundo não me atrai. Não tenho interesse na sociedade que está cauterizada com a injustiça. Não quero sonhar com dias melhores nessa cultura da injustiça. Biblicamente falando, não há chance de mudar a realidade por aqui; não há segurança sem Jesus! Querem mudar, elevar a moral, a justiça das instituições e estão todos errados; pois quem devem mudar são os caráteres dos seus operadores, e isso ninguém quer. Como posso esperar coisas boas daqui? Como eu poderia pensar em formar um império de riqueza e da boa vida numa sociedade cruel? Você poderia falar que deveria lutar contra tudo isso e ajudar a melhorar a vida das pessoas; a restaurar as instituições quebradas. E eu deveria mesmo! Mas isso é impossível aqui! Não sou eu que digo; são as profecias. Você pode pesquisar e descobrirá que os grandes operadores das grandes instituições começaram com o idealismo, mas quando chegaram lá; desvirtuaram. A mudança tem que acontecer no coração dos operadores; eles devem voltar-se para Deus. As instituições não têm coração!
Para se restaurar as instituições seria imprescindível aos seus operadores uma ação indicada por Jesus: “Vinde Amim, TODOS os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei (...) e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração” (Mt 11:28). Como eu sei que a cobiça, a paixão por coisas terrenas, o amor ao dinheiro e ao poder, o orgulho os impedem; não me iludo. ‘O mundo padece por causa de seus moradores’, já dizia a Bíblia.
Sobram-me razões para crê e esperar com alegria a Justiça Divina que não falha. Jesus está voltando e com Ele virá o Juízo Final. Ninguém escapará! O Justo Juiz vem! Os culpados e condenados que não ficam na cadeia; os políticos que roubam o dinheiro das categorias trabalhadoras, a merenda escolar, o remédio do doente pobre; os juízes que soltam os culpados ricos e não absolvem os inocentes pobres; os poderosos que atropelam os fracos e não prestam socorro e não dão satisfação dos seus erros a ninguém; os patrões orgulhosos e amantes do dinheiro que escravizam seus empregados... não ficarão sem seus justos veredictos. Até os casos de injustiça que consideramos pequenos serão julgados e condenados. Do ladrão de galinha ao ladrão de colarinho branco; todos terão seus casos transitados e julgados.
Essa sociedade não me atrai mais! Quanto mais medito nisso tudo; mais forte fica meu desejo pelas promessas de Jesus. O Salvador garante que vai restaurar tudo. Antes; todos nós e todas as instituições e seus operadores injustos enfrentarão o Juízo Final. O Reino que Jesus promete não é um reino apenas espiritual; mas social. A Nova Terra, descrita no Apocalipse tem os aspectos sociais que conhecemos hoje. Aqui trabalhamos, sorrimos, louvamos, comemos, dormimos, amamos, relacionamo-nos; mas adoecemos, morremos, brigamos, oprimimos, lastimamos, odiamos. A realidade da Nova Terra será diferente porque não admite a doença, a morte, a briga, a opressão, a lástima, o ódio. Eu prefiro acreditar nessas promessas a acreditar na resolução dos problemas que enfrentamos aqui: aquecimento global, seca, fome, guerra, intolerância, opressão, doenças, injustiça, corrupção.

E você amigo? Prefere o quê? Acreditar no homem ou acreditar em Deus? ‘Maldito o homem que acredita em outro homem’, já dizia a Bíblia. Quais são as provas concretas que os homens te dão para você acreditar nele? Quem mente para você; Deus ou o homem? Eu prefiro ficar com Deus! Esse mundo não me atrai mais. Quanto mais observo os homens, mais amo a Deus. Quanto mais participo do processo democrático; mais me apego nas palavras de Jesus: “Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida. O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho.” (Ap. 21:6-7).

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