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sábado, 1 de novembro de 2014

A TRISTE HISTÓRIA DA MORTE I

A TRISTE HISTÓRIA DA MORTE

A morte é cruel e democrática ao mesmo tempo. Ninguém a quer, mas o bonito e o feio passam por ela. O pobre e o rico, mesmo tendo lutas diferentes; também passam pelo algoz. O crente e o ateu têm que enfrentá-la. Para a morte não tem desculpas, não há argumentos, não há conversa; ela vem e faz o estrago nos corações de quem fica. Ela é cruel porque não tem um pingo de “sentimento, respeito, ou qualquer outra coisa” por ninguém. Nem Jesus teve como escapar dela. O próprio Deus passou pelo que a humanidade passa a mais de seis mil anos – a experiência da morte.


Quando foi que a Morte ganhou vida? Deixe-me esclarecer esta antítese. Quando foi que a Morte começou sua história? Tecnicamente foi quando “houve peleja no céu. Miguel e os seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos” Apocalipse 12:7. Mas a Morte começou de fato quando Eva desobedeceu a Deus e Adão acompanhou, por opção, a desobediência de sua esposa. Quando o casal viu a folha murchar; o primeiro cordeirinho ser morto para prover-lhes roupas físicas e espirituais; então a Morte começou de fato. Pois, “assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” Romanos 5:12.

Um dado interessantíssimo foi que Deus, na sua imensa sabedoria, impôs regras lógicas e claras ao reino da Morte. O Acusador trouxe o reino da Morte à Terra. No entanto ele teve que aceitar essas três condições do Criador. Se Deus é o Criador; Ele pode impor o que quiser, quando quiser, como quiser. Restam ao Aqui-inimigo as propagandas falsas. Nisso ele é craque! Nisso ele tem experiência!


As três regras apresentadas no livro da vida – a Bíblia – são perenes, lógicas, sábias e justas. Qualquer ideia estranha a essas três regras impostas à Morte, fará parte das propagandas falsas do Arqui-inimigo de Deus. Os seis mil anos de propagandas falsas resultaram em muitas versões sobre o que é a Morte e o que acontece às pessoas que morrem. Uns pensam que morrer é passar para outra dimensão cósmica. Outros pensam que os mortos continuam tendo participação entre os vivos. Há aqueles que pensam e ensinam (e baseados na Bíblia) que uns vão para o Céu e outros vão para o Inferno. O que a Bíblia ensina de fato sobre o reino da Morte entre os humanos? Antes vale ressaltar que a Bíblia não se contradiz; pois se assim for, deixa de ser Palavra de Deus. Se encontrarmos uma contradição, na verdade estaremos tentando forçar o texto para dizer alguma coisa que queremos ouvir.

O berço poderoso da propaganda que pôs em cheque o ensino cristalino bíblico; foi o antigo Egito. Os conceitos dualísticos pagãos egípcios foram exportados para todo o mundo. O filósofo grego Platão foi o grande difusor das ideias pagãs sobre a morte. A ideia grega foi tão forte que penetrou até entre os rabinos judaicos. A ideia equivocada da morte trouxe confusão quanto à palavra inferno. A concepção popular de inferno é grega também, e não bíblica. Embora não seja nosso foco falar sobre o inferno; vale um adendo quanto à ideia bíblica sobre o inferno. O que posso adiantar é que inferno se refere à sepultura apenas. Os outros sentidos para inferno são pagãos. O próprio Jesus confrontou o ensino cristalino da Bíblia com as ideias pagãs sobre a morte e o inferno. A parábola de Lázaro fala sobre isso. O cristianismo desde muito cedo sofreu com essas ideias errôneas e atribuídas como sendo da Bíblia. O apóstolo Paulo foi o grande escritor que combateu isso. Seus primeiros livros já tocavam no assunto morte; basta examinar I e II Tessalonicenses. No entanto, I Coríntios 15 é categórico quanto a esse tema.

A primeira condição sino qua non imposta por Deus ao reino da Morte foi; não haver parte ativa e parte inativa ao morto. Há muitas idéias e interpretações errôneas sobre pontos que envolvem isso. Corpo, Alma e Espírito são partes do homem muito incompreendidas. O que é cada parte dessas? Na verdade a pergunta correta não é o que seja; pois cada corrente filosófica ou espiritualista pode definir de forma diferente. O correto é perguntar o que a Bíblia diz sobre cada parte constitutiva do homem? Se a Bíblia é a palavra de Deus; ou melhor, se você a considera como tal; ela deve ter a visão correta.


Essa regra número um quer dizer que o homem quando morre; tudo que o compõem cessa a atividade. Tudo fica inerte! Essa regra elimina a ideia que a alma permanece enquanto o corpo deixa de existir. Corpo, alma e espírito são diferentes pontos de vista da pessoa humana como um todo. O que é cada uma dessa parte biblicamente falando? Vejamos o que a Palavra de Deus nos diz.

Alma é o que para você? As pessoas podem ter suas mil e uma definições; mas a opinião aqui não deve ser pessoal; deve ser bíblica. E se você estudá-la descobrirá que há três conotações para a palavra alma: vida (Atos 20:10, Lucas 12:20); coração (Gêneses 34:3, Marcos 14:34) e pessoa. Nas línguas originais, hebraico e grego, as duas palavras são as mesmas para as três idéias (nephesh/hebraico e psiché/grego). Destaco esta última conotação porque facilitará o tema abordado aqui. Todas as vezes que a Bíblia apresentar alma como pessoa, ela estará se referindo a alguém viva e não morta; pois, “a alma que pecar, essa morrerá” Ezequiel 18:20. Alma não é algo fantasmagórico como aparece nos desenhos animados ou filmes. Isso é ideia pagã vinda da propaganda falsa do Acusador de Deus.

Definir corpo é muito fácil. Corpo é a matéria que seres vivos são formados. Nesse sentido o homem e os animais são iguais. Os ossos, a carne, o cabelo, o nariz; tudo isso são parte do corpo. Não há controvérsia quanto a isso. Todos concordam que corpo é a parte visível. A Bíblia apresenta o corpo desse jeito mesmo.

E Espírito? Aqui mora a confusão na cabeça das pessoas, também. Para muitos; espírito é a mesma coisa que alma. Como você define Espírito? Como você aprendeu a definir essa parte constitutiva do homem? E você já leu na Bíblia a definição de Espírito? Como Deus define Espírito? É necessário mais uma vez recorrermos aos vocábulos originais para dissiparmos todas as incongruências. Em hebraico o termo para espírito é, ou melhor, são ruach e neshemah; e em grego é pneuma. Ambas as línguas querem dizer a mesma coisa: vento, ar, respiração. Além dessa intencionalidade vocabular; o texto bíblico estende seu sentido conotativo para oito outros significados: faculdade morais, conhecimento, ânimo, vida, pessoa do Espírito Santo, anjo, entidade maligna, e fôlego de vida. O sentido primário, ou sentido denotativo, para Espírito é o fôlego de vida. O verso bíblico espetacular para se explicar o sentido denotativo da palavra espírito está em Gêneses 2:7 que diz “formou Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o FÔLEGO de vida, e o homem passou a SER alma vivente”. Pode-se concluir seguramente que o homem não tem uma alma; ele É uma alma.

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