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sexta-feira, 25 de março de 2016

A ORAÇÃO AUTÊNTICA

A ORAÇÃO AUTÊNTICA
No mundo que vivemos a mais de seis mil anos; temos a presença do falso e do autêntico em tudo. E a oração não poderia ficar de fora! Infelizmente isso é verdade. Sendo a oração o escape da alma e o refrigério para o sofrimento humano, Satã usa suas interferências aqui também. Desde que ele infiltrou-se na religião, tem trabalhado incansavelmente para aprisionar o homem.
Um dia eu estava dirigindo uma semana de oração, na época da Semana Santa, para meus irmãos haitianos. Foi muito bom, pois além de eu praticar o francês, o questionamento de um deles me levou a uma reflexão que ainda não tivera. O amigo irmão queria saber “por que tem igreja que ora mais e outra menos? Parece que certas igrejas têm mais poder na oração que outra”. Ele dizia isso se referindo à oração das igrejas pentecostais que se diferem das igrejas tradicionais.
Quero chamar tua atenção para a oração em si. Quero que você pense num nível supradenominacional. O falso e o autêntico nos aparecem constantemente. Há uma divisão supradenominacional do certo e do errado condicionado à visão cristã. Biblicamente falando devemos analisar e buscar o certo, não se baseando em igrejas ou pastores; mas na visão ética e lógica de Deus. Meu ponto de partido não deve ser a minha igreja ou meu pastor ou o papa; mas a Palavra de Deus. Para isso faz-se necessário duas coisas básicas: ler a Bíblia e conhecer a língua materna.
Jesus já havia chamado a atenção de todos quanto à oração certa e errada. O mundo cristão de hoje padece na confusão que as vãs filosofias trouxeram para as igrejas. A oração bíblica se diferencia da oração não bíblica em seus detalhes. Os cristãos da modernidade se afastaram da oração bíblica e se instrumentalizaram da oração humana.
Se buscarmos na Bíblia, veremos o que é, como é, uma oração bíblica. Ela é submissa ao amor e à fé. Ela permite que haja contrato entre homem e Deus (veja a oração de Ana em 1 Samuel 1). Ela se baseia na condicionalidade das partes. Ela é altruísta. E a oração bíblica deve ser embebida da confissão e mudança de hábitos do solicitante. Tudo isso e muitos outros detalhes podem-se constatar nas orações registradas na Bíblia – Antigo e Novo Testamento.
Já a oração humana, ou não bíblica, é totalmente ao contrário. Ela é impositiva por meio da fé. Ela se baseia na incodicionalidade. Ela impõe uma obrigação moral à Deus, em realizar os pedidos. Ela não dá nenhuma alternativa à Deus; às vezes nem de tempo. Ela é egoísta. Nela está a alegação de tudo que o solicitante faz. Não há nenhuma promessa de mudança de hábitos do solicitante. Jesus condenou esse tipo de oração: “... quando orardes, não sereis como os hipócritas;” (Mt 6:5). Satanás disseminou esse tipo de oração em quase todas as igrejas.
Como orar? O próprio Jesus nos ensinou em Mateus 6: 5-15. A estrutura didática da oração certa aos olhos da religião de Deus é ter: a) invocação de Deus, b) exaltação de Deus, c) submissão à vontade de Deus, d) confissão dos pecados à Deus, e) solicitação condicionada à Deus e f) validação de Jesus. Qualquer oração que fugir a isso; o destino será qualquer outra pessoa, menos Deus. Oração que não inclui mudança de hábitos errôneos é falsa. E para toda oração verdadeira e bíblica, Deus tem três respostas possíveis a dar ao solicitante: NÃO, SIM e ESPERE. Dentro dessa lógica de Deus é que Mateus 7:7-11. Há pastores e pessoas que praticam a oração de imposição (ORAÇÃO ESCRAVIZADORA); o Diabo se agrada desse tipo. Há, também, pastores e pessoas que praticam a oração de submissão; Deus se agrada desse tipo. Como você está orando amigo?


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